Kris Evans, Marcel Gassion e Zac DeHaan

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One comment

  1. A fale1cia ou a projee7e3o do fundamentalismo Se o Estado e9 laico, ente3o, ele tem ogibrae7e3o de ser agnf3stico, ou seja, este1 ogibrado a nada expressar acerca de religie3o no sentido de um posicionamento que ne3o seja o de se preservar como imparcial ante as diferene7as ou os juedzos sobre as religif5es. Ne3o e9 o que anda fazendo. O Estado tem assumido o ateedsmo com bastante fundamentalismo e tem projetado seu fundamentalismo principalmente sobre o cristianismo, porquanto este contesta o laicismo e o distancia da devida laicidade. O Estado nunca poderia emitir juedzo de valor sobre o cristianismo, nem mesmo atrave9s da escola pfablica. Tem o dever de ensinar a historicidade mais atual e isenta e de deixar os alunos interpretarem a seu modo. Este seria um Estado laico. Mas ne3o e9 o que acontece. O cristianismo tem seus dez mandamentos como fundamento. O primeiro mandamento anda quase completamente descumprido, uma vez que e9 o que mais afronta o ateedsmo quase oficializado. Os outros mandamentos andam relativizados ao extremo e ai de quem quiser segui-los e0 risca, porque, torna-se automaticamente um fundamentalista. Ou seja, querer levar uma religie3o a se9rio ou querer ir para o ce9u e9 ser fundamentalista, porque, afinal, o guru-mor da sociedade, Karl Marx, o verdadeiro doutrinador do ateedsmo, disse que “religie3o e9 o f3pio do povo”, ou seja, que o ce9u e9 uma iluse3o, ainda mais do que seria a utopia comunista. Nf3s, criste3os, somos taxados de fundamentalistas se queremos ser ortodoxos, se queremos cumprir tudo que nos ensina a doutrina. No caso do catolicismo, tudo que ensina e defende a Igreja. O termo “fundamentalista” aqui, por fore7a de propaganda ate9 na literatura que se diz cientedfica, mas que se alinha ideologicamente ao ateedsmo do Estado, transfere automaticamente a ide9ia para a figura daqueles terroristas mue7ulmanos que teriam produzido o evento do famoso 11 de setembro. Se “fundamentalistas”, viramos “terroristas”, principalmente na cabee7a dos homossexuais que, como dito noutro comente1rio, morrem e9 nas me3os dos prf3prios homossexuais, daqueles seduzidos que depois se veaem como enganados e usados. Mas os catf3licos ortodoxos querem cumprir os mandamentos ou a mais cristalina observe2ncia de sua fe9 e jamais podem agredir ou violentar algue9m, a ne3o ser em legedtima defesa para salvarem suas vidas. Mas e9 o Estado no fundamentalismo de seu ateedsmo, a sua religie3o, que projeta na fiel observe2ncia da fe9 catf3lica o seu prf3prio fundamentalismo, querendo identifice1-lo com o extremismo violento que em outra fe9, muito distante da nossa, chega a permitir, se ne3o teoricamente, sem dfavida alguma na pre1tica mais que insistente. Tanto que quem os mue7ulmanos mais mataram e matam se3o os criste3os. Este1 aed a faltima notedcia de 150 mil criste3os assassinados no Oriente. E as nae7f5es e as organizae7f5es internacionais ne3o fazem nada para a defesa dos criste3os. Ou seja, de um lado, estamos morrendo nas me3os dos terroristas tanto do fundamentalismo mue7ulmano como do hindu, e de outro lado, estamos cada vez mais acossados e intimidados pelo fundamentalismo do ateedsmo de Estado das nae7f5es alinhadas, e ningue9m nos defende, e ningue9m nem sequer condena tais perseguie7f5es, porque nf3s que seredamos os fundamentalistas, se apenas ne3o queremos ser relativistas ou tolerantes com as mfaltiplas afrontas aos nossos mandamentos, e0 nossa doutrina, e0 nossa moral. Nossa religie3o tem de ser vazia de contefado, ou paredes sem alicerces, mera embalagem que aceita embrulhar tudo, porque, sene3o, sere1 expresse3o do fundamentalismo que, na verdade, este1 nos rodeando e nos apertando de todos os lados, vindo daqueles que nos acusam do que eles este3o fazendo e propagando contra nf3s mesmos. Como poderedamos ter nossa fe9 sem nossa lei? Por acaso nossa lei visa agredir os outros ou os preserva de toda violeancia? Por exemplo, porque evitamos que um inocente seja agredido no fatero de sua me3e significa que queremos agredir os outros com tal “fundamentalismo”? Ne3o se3o nossos impugnantes que este3o cada vez mais fundamentalistas contra nf3s? Nossa fe9 ne3o e9 pacedfica a ponto de propor que o crente e9 que morra para salvar os outros? Poderedamos matar para salvar? Ou se3o os outros que propf5em nos matar para nos calar? Nosso discurso mata mais do que nos matam com armas? Quem ou o quea nosso discurso visa acusar, ne3o e9 o mal, a injustie7a, o desequiledbrio? O que defendemos para os outros ou para todos, ne3o este3o defendendo para nf3s, apesar de inserido nas leis e nas constituie7f5es, por fore7a dos princedpios que no passado defendemos para todos, a ponto de morrermos por eles. Ne3o podemos ficar calados, porque ningue9m mais nos defende, mas todos se refanem para nos atacar, invertendo o sentido das leis que fizemos para todos, mas que agora negam de aplice1-las somente porque e9 em nosso favor.

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